quarta-feira, 24 de junho de 2015

"Década de 2010" (Personalidades - Christiane Torloni)






Christiane Maria dos Santos Torloni (São Paulo, 18 de fevereiro de 1957) é uma atriz brasileira.
Estreou na Rede Globo aos 19 anos. Dentre os muitos personagens interpretados, figuram as marcantes Jô Penteado, de A Gata Comeu (1985), Fernanda de Selva de Pedra, e Dinah de A Viagem. Em 1981, Christiane Torloni foi a filha da primeira Helena criada por Manoel Carlos na novela Baila Comigo, interpretada por Lilian Lemmertz. Vinte e dois anos depois, a atriz interpretou uma das Helenas do autor em Mulheres Apaixonadas (2003). Posou nua para a revista Playboy duas vezes na década de 1980.
No teatro trabalhou seguidamente com o diretor José Possi Neto em uma série de espetáculos em que buscava a expressividade corporal. La Torloni, como por vezes é chamada, sempre foi uma artista muito engajada, com participações históricas em eventos como as Diretas Já, a luta pela democracia e o fim da ditadura; Dentre as causas sociais que conduz pessoalmente figuram as de relevância como o abaixo assinado, divulgado no site amazoniaparasempre.com.br, para a preservação da Amazônia que pretende levar ao Congresso Nacional mais de um milhão de assinaturas; e a campanha bemquerermulher.com.br para o fim da violência contra a mulher. Em 2011, concedendo uma entrevista durante o Rock in Rio para a televisão lançou a expressão "Hoje é dia de Rock, bebê!" que acabou entrando pra história do festival. Na edição seguinte do Rock in Rio em 2013 a frase, que havia virado meme nas redes sociais, virou uma camiseta oficial do evento. É filha do casal de atores Monah Delacy e Geraldo Matheus, fundadores do Teatro de Arena, em 1953. É mãe do ator Leonardo Carvalho, fruto de seu casamento com Dênis Carvalho. Teve um filho gêmeo idêntico a Leonardo, Guilherme, que morreu em 1991, aos 12 anos, num acidente de carro. Logo depois, Christiane se divorciou de Dênis e foi morar em Portugal com Leonardo, retornando ao país em 1994. Ainda teve relacionamentos com o psiquiatra Eduardo Mascarenhas e com o artista plástico Luiz Pizarro. Em dezembro de 2010, encerrou um casamento de 15 anos com o diretor Ignácio Coqueiro, com quem nunca chegou a morar, o casal não teve filhos. Em 1995 ganhou o Prêmio Contigo de Melhor Atriz pela sua atuação em Cara & Coroa; Em 200, Melhor Atriz Troféu APCA "Um Anjo Caiu do Céu"; Ainda em 2001 Melhor Personalidade do Ano, pela Isto É Gente; Em 2005 Melhor Atriz , "Melhore do Ano no Domingão do Faustão pela sua atuação em "América"; 2008 Melhor Atriz, Troféu Super Cap de Ouro pela novela Beleza Pura; 2009 Melhor Atriz, Troféu Super Cap de Ouro pela novela Caminho das Índias"; Ainda em 2009 Melhor Ambientalista, Troféu Super Cap de Ouro, Amazônia para Sempre (movimento encabeçado pela atriz e os atores Victor Fasano e Juca de Oliveira); 2010 Melhor Atriz, Prêmios Contigo de Teatro pela sua atuação em "A Loba de Ray-ban.






quarta-feira, 22 de abril de 2015

"Decada de 2010" (Tragédia - Acidente com Avião Airbus 320)






O Airbus 320, que fazia o voo entre Barcelona e Duesseldorf, atingiu uma montanha nos Alpes-de-Haute-Provence, nesta terça-feira 24/03/2015, após cair por 8 minutos. Todos os 150 passageiros e tripulantes morreram. Segundo o promotor Brice Robin, as gravações de uma das caixas-pretas do voo revelaram que em determinado momento do voo o piloto deixou o cockpit do avião para ir ao banheiro. Naquele momento, o copiloto, de nacionalidade alemã, se trancou sozinho na cabine de comando. Ele então alterou o sistema de orientação do avião para iniciar a descida. O piloto bateu na porta da cabine para voltar, mas o copiloto permaneceu em silêncio. "Eu penso que voluntariamente ele se recusou a abrir a porta e apertou o botão para o avião descer", disse Robin. O promotor disse acreditar que o copiloto, identificado como Andreas Lubitz, cometeu suicídio. Depois que o avião atingiu a altura e a velocidade estabelecidas para a rota, o piloto revisou em voz alta os procedimentos de aproximação e pouso em Duesseldorf. As gravações indicam que o copiloto respondeu aos questionamentos do comandante de forma "lacônica", segundo Robin. Segundo ele, foi possível então ouvir o barulho da cadeira no momento em que o piloto se levantou para sair da cabine de comando e ir ao banheiro. O copiloto não abriu a porta da cabine para que ele retornasse. "Naquele momento, o copiloto estava no controle do avião. Enquanto estava sozinho, ele apertou os botões do sistema de monitoramento de voo para iniciar a descida do avião. Essa atitude nos controles de altitude só pode ter sido deliberada". "Ele apertou o botão por um motivo que ainda não sabemos, mas aparentemente o objetivo era destruir o avião", disse Robin. Depois que a aeronave começou a descer em alta velocidade, as gravações registraram o barulho do piloto batendo na porta da cabine com mais força e pedindo que a porta fosse aberta por meio de um alto-falante. Os registros indicam que aparentemente Lubitz não respondeu aos chamados, ficando em silêncio absoluto por cerca de oito minutos. As gravações registraram em seguida membros do controle aéreo e pilotos de outros aviões fazendo contato pelo rádio – sem receber resposta. O som registrado mostrou então que o piloto tentou arrombar a porta - sem sucesso, pois o cockpit tem mecanismos para evitar invasões. Em seguida, foi possível ouvir gritos de passageiros e o barulho dos alarmes do avião indicando a aproximação do solo. Os investigadores conseguiram ouvir a respiração do copiloto até o momento do impacto – o que indica que ele estava vivo e consciente. Registros médicos mostraram que Lubitz afirmou que tomava remédios para depressão, ansiedade e ataques de pânico, afirmou o Bild, acrescentando que esses medicamentos incluíam o tranquilizante Lorazepam. O copiloto alemão do voo da Germanwings que caiu em 24 de março nos Alpes franceses com 150 pessoas a bordo havia pesquisado na internet informações sobre suicídio e portas blindadas de cabine de avião, anunciou a justiça da Alemanha. Embora Lubitz tenha falado aos médicos sobre o seu trabalho como piloto, e em alguns casos sobre o seu empregador, a Germanwings, ele de forma deliberada escondeu que estava em atividade. O jornal alemão Bild publicou que Lubitz teria supostamente mentido para médicos, dizendo que ele estava em período de licença médica e não pilotando voos comerciais. Assim, se Lubitz tivesse dito aos médicos que ainda voava, eles poderiam se sentir no dever de quebrar a relação de confidencialidade com o paciente e informar aos empregadores porque ele poderia representar um perigo para outras pessoas.

terça-feira, 24 de março de 2015

"Década de 2010" (Personalidades - Claudio Marzo)







Cláudio da Silva Marzo (São Paulo, 26 de setembro de 1940  — Rio de Janeiro, 22 de março de 2015) foi um ator brasileiro. Pai da atriz Alexandra Marzo, fruto do seu casamento com a atriz Betty Faria, também foi casado com a atriz Denise Dumont com quem tem um filho chamado Diogo e pai de Bento, fruto do seu casamento com a atriz Xuxa Lopes. Foi também casado com a atriz Miriam Mehler. Cláudio foi filho de um metalúrgico e de uma dona de casa. Na TV se destacou em telenovelas como Irmãos Coragem, Minha Doce Namorada, Carinhoso, Senhora, Brilhante, Plumas & Paetês, Cambalacho, Bambolê, Fera Ferida, A Indomada, Era Uma Vez e Andando nas Nuvens e nas minisséries Quem Ama Não Mata e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes. Também participou da novela Pantanal, na extinta TV Manchete, no antológico personagem José Leôncio, o Velho do Rio. Em 1962, na extinta TV Tupi, protagonizou o compositor Frédéric Chopin, ao lado de Laura Cardoso, que interpretou George Sand. No Festival de Gramado foi Vencedor como o melhor ator por O Homem Nu e Melhor Ator pelo troféu imprensa 1990. O ator morreu no dia 22 de março de 2015 aos 74 anos vítima de complicações pulmonares, após internação no CTI desde o dia 4 de março do mesmo ano.

"Década de 2010" (Curiosidades - Padre Cícero)




 

Cícero Romão Batista (Crato, 24 de março de 1844Juazeiro do Norte, 20 de julho de 1934) foi um sacerdote católico brasileiro. Na devoção popular, é conhecido como Padre Cícero ou Padim Ciço. Carismático, obteve grande prestígio e influência sobre a vida social, política e religiosa do Ceará bem como do Nordeste. Em março de 2001, foi escolhido "O Cearense do Século" em votação promovida pela TV Verdes Mares em parceria com a Rede Globo de televisão .Em julho de 2012, foi eleito um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos" em concurso realizado pelo SBT com a BBC.  Proprietário de terras, de gado e de diversos imóveis, Cícero fazia parte da sociedade e política conservadora do sertão do Cariri. Sempre teve o médico Floro Bartolomeu como o seu braço direito, e integrava o sistema político cearense que ficou sob o controle da família Accioli durante mais de 2 décadas. Nascido no interior do Ceará, era filho de Joaquim Romão Batista e Joaquina Vicência Romana, conhecida como dona Quinô. Ainda aos 6 anos, começou a estudar com o professor Rufino de Alcântara Montezuma. Um fato importante marcou a sua infância: o voto de castidade feito aos 12 anos, influenciado pela leitura da vida de São Francisco de Sales .Em 1860, foi matriculado no colégio do renomado padre Inácio de Sousa Rolim, em Cajazeiras na Paraíba. Aí pouco demorou, pois a inesperada morte de seu pai, vítima de cólera em 1862, o obrigou a interromper os estudos e voltar para junto da mãe e das irmãs solteiras. A morte do pai, que era pequeno comerciante no Crato, trouxe sérias dificuldades financeiras à família de tal sorte que, mais tarde, em 1865, quando Cícero Romão Batista precisou ingressar no Seminário da Prainha, em Fortaleza, só o fez graças à ajuda de seu padrinho de crisma, o coronel Antônio Luís Alves Pequeno. Durante o período em que esteve no seminário, Cícero era considerado um aluno mediano e, apesar de anos depois arrebatar multidões com seus sermões, apresentou notas baixas nas disciplinas relacionadas à oratória e eloquência. Cícero foi ordenado padre no dia 30 de novembro de 1870. Após sua ordenação retornou ao Crato e, enquanto o bispo não lhe dava paróquia para administrar, ficou a ensinar latim no Colégio Padre Ibiapina, fundado e dirigido pelo professor José Joaquim Teles Marrocos, seu primo e grande amigo. No Natal de 1871, convidado pelo professor Simeão Correia de Macedo, o padre Cícero visitou pela primeira vez o povoado de Juazeiro (numa fazenda localizada na povoação de Juazeiro, então pertencente à cidade do Crato), e ali celebrou a tradicional missa do galo. O padre visitante, então aos 28 anos, estatura baixa, pele branca, cabelos louros, penetrantes olhos azuis e voz modulada, impressionou os habitantes do lugar. E a recíproca foi verdadeira. Por isso, decorridos alguns meses, exatamente no dia 11 de abril de 1872, lá estava de volta, com bagagem e família, para fixar residência definitiva no Juazeiro. Muitos livros afirmam que Padre Cícero resolveu fixar morada em Juazeiro devido a um sonho (ou visão) que teve, nele Jesus Cristo mandava o Padre Cícero tomar conta daquele povo. Uma vez instalado, formado por um pequeno aglomerado de casas de taipa e uma capelinha erigida pelo primeiro capelão-padre Pedro Ribeiro de Carvalho, em honra a Nossa Senhora das Dores, padroeira do lugar, ele tratou inicialmente de melhorar o aspecto da capelinha, adquirindo várias imagens com as esmolas dadas pelos fiéis. Depois, tocado pelo ardente desejo de conquistar o povo que lhe fora confiado por Deus, desenvolveu intenso trabalho pastoral com pregação, conselhos e visitas domiciliares, como nunca se tinha visto na região. Dessa maneira, rapidamente ganhou a simpatia dos habitantes, passando a exercer grande liderança na comunidade. Restaurada a harmonia, o povoado experimentou, então, os passos de crescimento, atraindo gente da vizinhança curiosa por conhecer o novo capelão. No ano de 1889, durante uma missa celebrada pelo padre Cícero, a hóstia ministrada pelo sacerdote à religiosa Maria de Araújo se transformou em sangue na boca da religiosa. Segundo relatos, tal fenômeno se repetiu diversas vezes durante cerca de dois anos. A pedido de padre Cícero a diocese formou uma comissão de padres e profissionais da área da saúde para investigar o suposto milagre. Em 13 de outubro de 1891, a comissão encerrou as pesquisas e chegou à conclusão de que não havia explicação natural para os fatos ocorridos, sendo portanto um milagre. Insatisfeito com o parecer da comissão, o bispo Dom Joaquim José Vieira nomeou uma nova comissão para investigar o caso, tendo como presidente o padre Alexandrino de Alencar e como secretário o padre Manoel Cândido. A segunda comissão concluiu que não houve milagre, mas sim um embuste. Em 1898, padre Cícero foi a Roma, onde se reuniu com o Papa Leão XIII e com membros da Congregação do Santo Ofício, conseguindo sua absolvição. No entanto, ao retornar a Juazeiro, a decisão do Vaticano foi revista e padre Cícero teria sido excomungado, porém, estudos realizados décadas depois pelo bispo Dom Fernando Panico sugerem que a excomunhão não chegou a ser aplicada de fato. Atualmente, Dom Fernando conduz o processo de reabilitação do padre Cícero junto ao Vaticano. Em 1973, foi canonizado pela Igreja Católica Apostólica Brasileira (diferente da Igreja Católica Apostólica Romana). Era filiado ao extinto Partido Republicano Conservador (PRC). Foi o primeiro prefeito de Juazeiro do Norte, em 1911, quando o povoado foi elevado a cidade. Em 1926 foi eleito deputado federal, porém não chegou a assumir o cargo. Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, era devoto de padre Cícero e respeitava as suas crenças e conselhos. Os dois se encontraram uma única vez, em Juazeiro do Norte, em 1926. Naquele ano, a Coluna Prestes, liderada por Luís Carlos Prestes, percorria o interior do Brasil desafiando o Governo Federal. Para combatê-la foram criados os chamados Batalhões Patrióticos, comandados por líderes regionais que muitas vezes arregimentavam cangaceiros. Na época, Padre Cícero teria aconselhado a Lampião e seu bando a deixar Juazeiro e não enfrentar a Coluna Prestes, evitando assim um grande massacre. O padre Cícero faleceu em Juazeiro do Norte em 20 de julho de 1934, aos 90 anos. Encontra-se sepultado na Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na mesma cidade do Ceará. Até hoje Juazeiro é visitado todos os anos pelos fiéis afilhados do Padim Ciço, além da cidade ter se tornado grande polo turístico.

quarta-feira, 11 de março de 2015

"Década de 2010" (Personalidades - Joana Fomm)






Joana Maria Fomm (Belo Horizonte, 14 de setembro de 1939) é uma atriz brasileira. Joana Fomm nasceu em Belo Horizonte, mas a mãe dela faleceu quando era ainda bebê e a Joana foi adotada pelos seus tios no Rio de Janeiro. Estreou-se no cinema em 1962, na fita "O Quinto Poder (1962)", de Alberto Pieralisi. Na TV, a sua estreia aconteceu dois anos depois, na telenovela "O Desconhecido", exibida na TV Rio e baseada num original de Nelson Rodrigues. Na década de 60, participou em filmes importantes do cinema brasileiro, como "Todas as Mulheres do Mundo", "O Homem Nu", "Edu Coração de Ouro", "Bebel Garota Propaganda" e "Macunaíma". O seu primeiro grande papel na televisão foi no início da década de 70, na telenovela "As Bruxas", da TV Tupi, na qual interpretou Sofia. Na TV Tupi participou ainda nas telenovelas "A Fábrica", "Bel-Ami", "Ovelha Negra", "Ídolo de Pano", "A Viagem" e "Papai Coração". Estreou-se na TV Globo em 1977, na telenovela "Sem Lenço, Sem Documento", exibida às 19h00. Contudo, foi no papel da vilã Yolanda Pratini, em "Dancin' Days", telenovela de Gilberto Braga exibida em 1978, que Joana Fomm se tornou um nome nacional e uma das atrizes mais requisitadas para as telenovelas. Joana é tida como uma atriz perfeita para interpretar personagens más, arrogantes, frias e calculistas. Além de Yolanda, outro papel dentro deste estilo foi o de Lúcia Gouveia em "Corpo a Corpo" (1984), telenovela também de Gilberto Braga. Interpretou também Fausta, a tia rica, má e preconceituosa, em "Bambolê" (1987), a beata mal-amada Perpétua na telenovela "Tieta" (1989) e a vingativa Eugênia em "As Pupilas do Senhor Reitor" (1995), desta vez no SBT. Participou ainda em outras telenovelas importantes da Rede Globo, tais como: Coração Alado, Brilhante, Elas por Elas, Eu Prometo, Roda de Fogo, Vamp, e Porto dos Milagres. A partir da década de 90, atuou em filmes importantes como "Quem Matou Pixote?", "Copacabana" (de Carla Camurati) e "Quanto Vale ou é por Quilo?". Em 2007, chegou a ser convidada por Gilberto Braga para interpretar a personagem Marion Novais, na telenovela "Paraíso Tropical", mas por motivos de saúde foi forçada a deixar o elenco (foi-lhe diagnosticado um câncer da mama, do qual já está curada), sendo substituída por Vera Holtz. Em 2010 foi convidada, mais uma vez, pelo autor da telenovela Insensato Coração, mas teve novamente que recusar devido a uma disautonomia (doença que afeta o sistema nervoso e que tem comprometido seus movimentos.) Joana Fomm voltou à televisão em 2014, na novela “Boogie oogie”. Ela estava afastada da televisão havia tempo por razões de saúde totalmente alheias ao seu imenso talento. Agora, na trama de Rui Vilhena, é uma vilã, algo que para ela sempre foi um passeio. Odete tem alguma ligação misteriosa com Carlota (Giulia Gam). Conhece o tal segredo que move em parte a novela. Aparece invariavelmente tramando, enigmática. Papéis assim não são para qualquer atriz. Joana não esconde que teve um problema neurológico e ele afetou sua fala. Isso é levemente perceptível, mas não importa. Até porque continuam intocadas a certa fina ironia e a inteligência que mostram uma compreensão do texto para além das palavras. A personagem é, teoricamente, secundária. Mas, sempre que as suas cenas terminam, é de se lamentar. Odete está fez muito bem à história das 18h. Foi casada com o ator Francisco Milani e com o diretor Astolfo Araújo. Joana tem um filho o músico Gabriel Gouveia.

sábado, 17 de janeiro de 2015

"Década de 2010" (Terrorismo: Massacre do Charlie Hebdo)


 





 Massacre do Charlie Hebdo foi um atentado terrorista que atingiu o jornal satírico francês Charlie Hebdo em 7 de janeiro de 2015, em Paris, resultando em doze pessoas mortas e cinco feridas gravemente. O ataque foi perpetrado pelos irmãos Saïd e Chérif Kouachi, vestidos de preto e armados com fuzis Kalashnikov, na sede do semanário no 11º arrondissement de Paris, supostamente como forma de protesto contra a edição Charia Hebdo, que ocasionou polêmica no mundo islâmico e foi recebida como um insulto aos muçulmanos. Eles mataram 12 pessoas, incluindo a equipe do Charlie Hebdo e dois agentes da polícia nacional francesa, e, durante o tiroteio, feriram mais outras 11 pessoas que estavam próximas ao local.No mesmo dia, outro francês muçulmano, Amedy Coulibaly, ligado aos atacantes do jornal, matou a tiros uma policial em Montrouge, nos subúrbios de Paris, e no dia seguinte invadiu um mercado kasher perto da Porte de Vincennes fazendo reféns, num novo ataque que terminou com mais quatro mortos após a invasão do estabelecimento pela polícia francesa. No dia seguinte ao massacre, a ação foi reinvidicada pela seção da Al-Qaeda baseada no Iêmen.No total, durante os eventos entre 7 a 9 de janeiro, ocorreram 20 mortes em atentados terroristas na região de Île-de-France, em Paris.Centenas de pessoas e personalidades manifestaram seu repúdio aos ataques orquestrados contra o jornal. O presidente da França, François Hollande, decretou luto nacional no país no dia seguinte ao atentado. Em 11 de janeiro, cerca de três milhões de pessoas em toda a França, incluindo mais de 40 líderes mundiais, fizeram uma grande manifestação de unidade nacional para homenagear as 17 vítimas dos três dias de terror. A frase "Je suis Charlie" (francês para" Eu sou Charlie") transformou-se em um sinal comum, em todo o mundo, de prestar solidariedade contra os ataques.Charlie Hebdo é um jornal semanal satírico francês, com caricaturas e piadas. Com um tom Irreverente e estridente, a publicação é fortemente antirreligiosa e de esquerda, sendo que costuma publicar artigos sobre extrema-direita, catolicismo, islamismo, judaísmo, política e cultura. O jornal foi publicado pela primeira vez de 1969 a 1981. Ela foi recriada em 1992. A publicação, que tem uma histórico de polêmicas, foi alvo de um processo judicial sem sucesso aberto por entidades islâmicas em 2006 por conta de charges do Jyllands-Posten sobre Maomé. A capa de uma edição de 2011, apelidada de Charia Hebdo, mostrava uma caricatura do profeta islâmico Maomé. O escritório do jornal, na época no 20º arrondissement, foi alvo de uma explosão causada por uma bomba e seu site foi hackeado. Em 2012, o jornal publicou uma série de caricaturas de Maomé, incluindo caricaturas de nudez; isto veio dias depois de uma série de ataques contra as embaixadas dos Estados Unidos no Oriente Médio, supostamente em resposta à ao filme anti-islâmico A Inocência dos Muçulmanos, o que levou o governo francês a fechar embaixadas, consulados, centros culturais e escolas internacionais em cerca de 20 países de maioria muçulmana.A polícia passou a patrulhar a redação do jornal para protege-la contra possíveis ataques.O cartunista Stéphane "Charb" Charbonnier foi o editor-chefe de 2009 até sua morte no massacre de 2015. Em 2013, ele foi adicionado na lista dos mais procurados pela Al-Qaeda, juntamente com três funcionários do Jyllands-Posten: Kurt Westergaard, Carsten Juste e Flemming Rose.No dia do ataque, a capa do Charlie Hebdo mostrava uma caricatura de Michel Houellebecq, cujo mais recente livro, SOUMISSION, é um romance que retrata a França em 2022, quando um homem muçulmano é eleito presidente do país. Desenhos de Charb na mesma edição, intitulado "Ainda nenhum ataque terrorista na França", mostra um jihadista armado dizendo "Espere ... podemos comemorar o Ano Novo até o final de janeiro." Das doze vítimas, 11 morreram dentro da sede do editorial e uma do lado de fora. Dois eram agentes policiais responsáveis pela segurança do prédio em virtude das ameaças que o editorial vinha recebendo de extremistas. O policial Franck Brinsolaro foi morto dentro do prédio, e o policial Ahmed Merabet, do lado de fora. Das outras 10 vítimas, 8 eram membros da equipe editorial do jornal. Eram estes 8, os cartunistas Charb, Cabu, Tignous, Honoré e Georges Wolinski, o economista Bernard Maris, a colunista e psicanalista Elsa Cayat e o corrector Ourrad Moustapha. Os outros dois eram o editor Michel Renaud convidado por Cabu e Frédéric Boisseau, empregado da Sodexo que trabalhava no local.

domingo, 28 de dezembro de 2014

"Década de 2010" (Personalidades - Apresentadora Eliana)



 








 





 Eliana Michaelichen Bezerra mais conhecida apenas como Eliana (São Paulo, 22 de novembro de 1973) é uma apresentadora, empresária e cantora brasileira.A primeira aparição de Eliana na televisão foi no comercial de sutiã, Valisere, onde apareceu apenas como figurante. Em 1986, com 13 anos de idade, após um teste, foi escolhida para integrar o grupo A Patotinha, onde ficou por 4 anos e fez muito sucesso com a canção "Baile dos Passarinhos". Em 1990, foi convidada por Gugu Liberato para integrar o grupo Banana Split. Por conta de sua altura, (1,62, a menor do grupo) Eliana se destacava em todos os programas que participava, inclusive no quadro do Programa Silvio Santos, que sempre participava do quadro, Qual é a Música?. Foi neste programa, que Silvio Santos percebeu seu talento para apresentadora, e a convidou com apenas 18 anos para apresentar um programa infantil no SBT, intitulado como Festolândia, pois Eliana sempre se mostrava bastante ligada as crianças. Como o programa tinha um custo elevado para a emissora, Silvio Santos decidiu cancelar o programa em apenas 3 meses no ar. Eliana aos prantos, pediu para Silvio apenas um cantinho na emissora, nem que fosse por um pouquinho de tempo. Atendendo o pedido da loira, a direção artística da emissora, deixou como apresentadora do programa infantil Sessão Desenho, que foi o suficiente para Eliana conquistar o público brasileiro, principalmente as crianças. Por conta do programa ser de baixo custo, Eliana só era exibida da cintura para cima, e teve que "se virar" para fazer algo que não custasse nada para a emissora, mas que se destacasse entre o público infantil; Foi aí que surgiu a idéia de usar seus dedos para lançar seu primeiro hit, "Os Dedinhos". Em 1993, o diretor Nilton Travesso assume a direção do SBT, e ao ver Eliana com um espaço muito pequeno para seu talento, ele decidiu fazer algo maior para ela, fez o projeto de um novo programa infantil e levou para direção da emissora, após ser aprovado, o atual Bom Dia & Cia foi ao ar. Foi no comando do programa que Eiana lançou seu primeiro álbum de estúdio Os Dedinhos, que vendeu um pouco mais de 300 mil cópias. Permaneceu sobre o comando do programa até o ano de 1996; No mesmo ano, assumiu o comando do TV Animal que ficou ao ar até o ano de 1997, ano este que ela assinaria com a Rede Record, para comandar o programa Eliana & Alegria.Ficou no comando do programa Eliana & Alegria até em 2003, apresentando paralelamente os programas Eliana na Fábrica Maluca e Eliana no Parque. Até que em 2005, decidiu arriscar novos desafios, deixando a imagem infantil de lado, para atingir um público mais adulto. Com sua própria sugestão, ela lançou o programa Tudo é Possível na Record, no mesmo ano de 2005, onde ficou no comando até no ano de 2009. No mesmo ano de 2005, lançou seu primeiro filme, onde foi a principal produtora do longa-metragem Eliana em o Segredo dos Golfinhos. Em 2008, casou-se com o músico João Marcelo Bôscoli, com quem teve seu primeiro filho, Arthur, que nasceu no ano de 2011.Em 2009, deixa a Record e assina contrato novamente com o SBT, onde apresenta atualmente o seu programa Eliana. No mesmo ano, Eliana foi convidada para ser embaixadora do Teleton, lançou sua editora de livros Master Books, que lançou sucessos como o best-seller O Palhaço de Selton Mello, que originou o filme homônimo. Em 2012, lança o portal "DaquiDali", onde contém mais de 4 milhões de acessos por mês. Eliana já vendeu mais de 4,5 milhões de discos, e têm mais de 160 produtos licenciados em seu nome. Com a ida de Hebe Camargo para a RedeTV! no ano de 2011, Eliana foi convidada para ser embaixadora do Teleton, campanha transmitida pelo SBT para arrecadar fundos para a AACD. Ao todo, na carreira como cantora, Eliana vendeu mais de 4,5 milhões de discos, porém alguns meios consideram como 5 e também suas coletâneas não tem registro de vendas, então sendo a terceira apresentadora infantil do Brasil mais vendida no país e no mundo, perdendo novamente para Xuxa, como também para Angélica. Entre eles, os álbuns que mais venderam foram: Os Dedinhos, Eliana (álbum de 1995), Primavera, , É Dez, Festa e Diga Sim.